Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 05 de junho de 2018.
Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Ensino Superior

Edição impressa de 09/03/2018. Alterada em 13/03 às 12h41min

Movimento negro ocupa reitoria da Ufrgs em defesa das cotas raciais

O prédio da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), na avenida Paulo Gama, na Capital, foi ocupado, na noite de quarta-feira, por representantes do movimento negro Balanta. Mais de 50 estudantes estão no local e não há previsão para que se retirem.
A ocupação ocorreu durante reunião entre o reitor e membros da Administração Central, das Comissões de Autodeclaração e do movimento negro. A Ufrgs, por meio de nota, afirmou que, "com a invasão do prédio, a Reitoria entende que está encerrado o diálogo, mas que será mantida a implementação dos pontos firmados".
O Balanta justifica a ocupação como uma posição contrária à Decisão nº 212/2017, do Conselho Universitário, que definiu uma comissão de aferição a fim de evitar possíveis fraudes no vestibular. A comissão seria formada a partir de edital público com especialistas na temática étnico-racial, além de membros relacionados ao movimento negro. No entanto, o movimento afirma que, em janeiro, o reitor Rui Oppermann decidiu retirar a autonomia da comissão, estabelecendo uma Comissão de Recursos, a quem caberia decidir sobre os possíveis indeferidos. Para o Balanta, essa portaria fragiliza o sistema de cotas quando estabelece que deverão ser aceitos recursos de indeferidos, orientando-se que utilizem parentesco de até segunda ascendência ou questões culturais.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia