Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 10 de fevereiro de 2019.
Dia do Atleta Profissional.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Meio ambiente

10/02/2019 - 17h17min. Alterada em 10/02 às 17h17min

Aumenta para 165 o número de mortos em Brumadinho e 160 estão desaparecidos

Do total de mortos, 156 vítimas foram identificadas; 160 pessoas continuam desaparecidas

Do total de mortos, 156 vítimas foram identificadas; 160 pessoas continuam desaparecidas


Mauro PIMENTEL/AFP/JC
Folhapress
Dezessete dias após o rompimento da barragem em Brumadinho, a Defesa Civil de Minas Gerais informou que o número de mortos subiu para 165. Há 156 vítimas já identificadas, e 160 pessoas continuam desaparecidas.
A operação de busca conta com 35 equipes em campo pela região. No total, há 352 profissionais engajados na busca por desaparecidos. Os focos são na usina de Instalação de Tratamento de Minério (ITM), na parte administrativa, refeitório, casa e estacionamento, na área da ferrovia e em locais com acúmulo de rejeito. 
Segundo os profissionais envolvidos, as buscas seguirão até sejam retirados todos os corpos ou até que não seja mais possível encontrá-los. Para efeito de comparação, as buscas em Mariana duraram três meses.
Na última segunda-feira (4), o Corpo de Bombeiro de Minas Gerais iniciou uma nova fase de buscas, com mais máquinas pesadas, como escavadeiras. Segundo a Defesa Civil, há 35 máquinas em operação atuando nas buscas, 11 aeronaves e 19 cães.
A ideia é fazer um pente-fino pela área devastada --cera de 3,96 quilômetros quadrados (equivalente a mais de dois parques do Ibirapuera). Apesar dos esforços, internamente, alguns militares cogitam a hipótese de não ser possível encontrar todas as vítimas.
A barragem que se rompeu liberou cerca de 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro,que já chegaram ao rio Paraopeba, que passa pela região. Era uma estrutura de porte médio para a contenção de rejeitos de minério de ferro da Vale e estava desativada. Seu risco era avaliado como baixo, mas o dano potencial em caso de acidente era alto.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia