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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Geral

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rio de janeiro

Alterada em 08/02 às 14h58min

Perícia trabalha com hipótese de curto-circuito como causa de incêndio

Atletas estavam alojados em um container e seriam transferidos na semana que vem

Atletas estavam alojados em um container e seriam transferidos na semana que vem


THIAGO RIBEIRO/AFP/AGIF/JC
Agência Brasil
A perícia trabalha com a hipótese de um curto-circuito em um dos aparelhos de ar-condicionado como a principal causa para o incêndio em um dos alojamentos do Centro de Treinamento do Flamengo, o Ninho do Urubu, que matou dez pessoas e feriu três, na madrugada de hoje (8).
"É muito cedo para dizer se foi por causa da rede que deu pico, se foi por causa do aparelho de ar-condicionado ou se foi a rede interna daqui", disse o vice-governador do Rio, Claudio Bonfim.
Segundo ele, os bombeiros foram chamados às 5h14, saíram do quartel às 5h17 e chegaram ao Ninho do Urubu, às 5h38. O fogo já estava controlado às 6h30.
De acordo com Claudio Bonfim, a perícia está sendo finalizada e quatro corpos já seguiram para o Instituo Médico-Legal (IML), no centro do Rio. Entre os mortos, há atletas e funcionários do clube. Todos estão carbonizados o que dificultará a identificação. "Vai depender do DNA ou se há outras formas de reconhecimento", disse o vice-governador.
Ele adiantou que existe a preocupação de trazer as famílias das vítimas para a cidade, já que muitas moram foram do estado. Para isso, as companhias aéreas estão sendo procuradas.
Os atletas estavam alojados em um container e seriam transferidos na semana que vem para acomodações mais modernas.
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