Porto Alegre, sexta-feira, 08 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

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Temporal deixam mortos e destruição no Rio de Janeiro

As chuvas torrenciais que atingiram o Rio de Janeiro na noite de quarta-feira (6), com ventos de até 110 km por hora, deixaram ao menos seis mortos. Além disso, o temporal causou alagamentos, quedas de árvores, deixou bairros sem luz e acionou sirenes de alerta em áreas de risco. A prefeitura decretou estágio de crise (o mais grave) por volta de 22h e recomendou aos cariocas não saírem de casa. Foram registradas 170 árvores caídas, que em muitos casos bloquearam o trânsito. Uma parte da ciclovia Tim Maia também se rompeu, sem deixar vítimas. Na Rocinha, a maior favela do Rio, com 70 mil habitantes, caíram 153,2 milímetros de chuva em quatro horas, mais da metade da média para fevereiro. Sirenes de emergência alertaram a tempo sobre os riscos de deslizamento e permitiram a evacuação das pessoas das áreas mais vulneráveis, segundo a Defesa Civil. O Rio viveu este ano o janeiro mais quente desde o início dos registros oficiais em 1922, com temperatura média de 37,4 graus Celsius.
 

FOTO CARL DE SOUZA/AFP/JC