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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de março de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Varejo

14/03/2019 - 12h24min. Alterada em 14/03 às 18h12min

Vendas do varejo gaúcho crescem 5,1% em janeiro

Combustíveis e lubrificantes puxaram a alta, com crescimento nas vendas de 16,8%

Combustíveis e lubrificantes puxaram a alta, com crescimento nas vendas de 16,8%


PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
O volume de vendas do varejo do Rio Grande do Sul teve crescimento de 5,1% em janeiro deste ano frente ao mesmo mês de 2018. O percentual é bem superior à média nacional, que registrou avanço de 1,9%, conforme os dados da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados na manhã desta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se a comparação for com dezembro de 2018, o desempenho mostra alta de 1,7% no setor gaúcho, e de 0,4% no quadro nacional. Em 12 meses, o setor no Rio Grande do Sul acumula avanço de 5,2%, abaixo da taxa de dezembro passado, de 5,%, e de novembro, de 6,6%. No País, o volume avança 2,2%. 
O setor de combustíveis e lubrificantes puxou a alta há dois meses, com crescimento nas vendas de 16,8% frente a janeiro do ano passado. O IBGE não traz o confronto com o mês anterior, no recorte por segmento da atividade. Tecidos, vestuários e calçados também tiveram taxa de evolução acima da média estadual, com 6,8% de aumento. Lojas de eletrodomésticos e móveis alcançaram elevação de 5,6%. 
Segmento que tem muito peso na pesquisa, os hipermercados e supermercados tiveram alta de 2,3% em janeiro, e em 12 meses acumulam aumento de 4,6% nas vendas. No mês, equipamentos e material para escritório, informática e comunicação tiveram volume 4,7% maior, outros artigos de uso pessoal e doméstico, 3,5%, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, 2,4%. Apenas livros, jornais, revistas e papelaria recuaram, com queda de 0,8% na comercialização, que chega a 13,8% em 12 meses, setor com pior desempenho. 
A pesquisa ainda mostra o desempenho do chamado varejo ampliado, que inclui veículos e motocicletas e materiais de construção. Neste recorte, a alta foi de 4,5% frente a janeiro de 2018. A vendas de veículos foi a responsável pelo número positivo, com alta de 8,8% na comercialização. Já itens de construção tiveram queda de 7,4%. Em 12 meses, o segmento acumula 6,3%, sendo que veículos chega à alta de 13,8% e materiais está quase estável, com 0,7%.

Cenário nacional mostra crescimento menor

No País, sete das oito atividades pesquisadas tiveram incremento no volume vendido em janeiro frente a dezembro, na série com ajuste sazonal. A maior alta foi de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,2%), seguidos por outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,2%). Com desempenho mais fraco, figuraram, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%), combustíveis e lubrificantes (0,5%), móveis e eletrodomésticos (0,4%), livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%) e tecidos, vestuário e calçados (0,1%). A única queda foi no setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,5%).
Em janeiro de 2019, frente a igual mês do ano anterior, o comércio varejista cresceu 1,9%, avanço em cinco das oito atividades. Entre as atividades em crescimento, os destaques foram, observando o peso na composição das taxas, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,2%), seguidos por outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,4%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,2%). Combustíveis e lubrificantes tiveram alta de 1,4% e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, de 1,6%. Já a venda de livros caiu 27,3%, móveis e eletrodomésticos, 2,8%, e tecidos, vestuário e calçados, de 1,2%.  
O comércio varejista ampliado no Brasil mostra que as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção avançou apenas 1% frente a dezembro de 2018. No último mês do ano passado, havia sido registrado recuo de 1,7%. Em relação a janeiro de 2018, o segmento avançou 3,5%, com a 21ª taxa positiva consecutiva nessa comparação. Mas o acumulado nos últimos 12 meses desacelerou, passando de 5% em dezembro para 4,7% em janeiro. 
No País, veículos também responderam pelo desempenho que garantiu o crescimento. O segmento teve alta de 5,7% no mês em relação a dezembro e de 8,8% sobre o mesmo mês de 2018. Já materiais ficaram com avanço de 0,1% no mês frente ao anterior e de 2,2% no confronto anual.  
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