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Economia

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Indústria

09/10/2018 - 12h50min. Alterada em 09/10 às 17h58min

Indústria gaúcha lidera crescimento em agosto no Brasil

Produção de veículos automotores puxa o desempenho da produção da indústria gaúcha em 2018

Produção de veículos automotores puxa o desempenho da produção da indústria gaúcha em 2018


FREDY VIEIRA/ARQUIVO/JC
Patrícia Comunello
A indústria gaúcha teve o melhor desempenho na produção física nacional em agosto frente ao mesmo mês de 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pela Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-PFR), as operações gaúchas tiveram crescimento de 12,3% há dois meses. A produção de veículos automotores puxou o desempenho no mês, no ano e em 12 meses, considerando que o setor registra, em oito meses, avanço de 3,7% e de 2% em 12 meses no Estado, dados fechados em agosto.
A média nacional, que já havia sido divulgada na semana passada, ficou em 2% de alta. Outros estados com maior atividade foram Pernambuco (11,7%) e Pará (11%). Já as maiores bases industrias nacionais mostraram fôlego bem menor. São Paulo, maior parque do País, cresceu apenas 0,7%, e Minas Gerais, ficou em 0,5%, indicando um ritmo de retomada mais lento. No sul, Paraná avançou 6,5% e Santa Catarina, 5%. Mas no ano São Paulo apresenta elevação de 3,7%, a mesma da base gaúcha, e de 4,9% em 12 meses. 
No confronto mensal, frente a julho, o Rio Grande do Sul registrou crescimento bem acanhado, de 0,8%. Outros estados, como Mato Grosso, Bahia e Pernambuco mostraram os maiores percentuais, com 3%, 2,7% e 2,6%, respectivamente na alta da produção física. Mais uma vez São Paulo teve desempenho nada positivo, com queda de 0,9%, e Rio de Janeiro, com recuo de 0,3%. Minas Gerais subiu 0,5%. Santa Catarina desta vez teve queda de produção, com recuo de 0,7%, e o Paraná avançou de leve, com alta de 0,7%. Seis dos 15 locais pesquisados tiveram queda em agosto frente a julho. 
Nos setores, a produção de celulose e papel ficou com o segundo melhor desempenho, com crescimento e 2,42% em agosto frente ao mesmo mês de 2017. No ano, o segmento, que tem como maior alavanca a produção do complexo da Celulose Riograndense, em Guaíba, cresceu 1,15% e em 12 meses, 0,38%.
O ramo de petróleo com a produção de derivados e biocombustíveis teve o terceiro maior crescimento, de 1,26% no mês, de 0,1% no ano, mas negativo com queda de 0,06% em 12 meses. Máquinas e equipamentos tiveram avanço de 1,44% em agosto, 0,28% desde janeiro e de queda de 0,29% desde setembro de 2017. Dos 14 setores pesquisados, três - bebidas, produtos de borracha e material plástico e minerais não metálicos - ficaram negativo no mês. 
 
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